55 anos depois dos primeiros doze segundos
Boeing 707 Versão mostrada: 707-320B
A era do jato chega aos passageiros
A história
O 707 reduziu à metade o tempo das viagens e fez da travessia de um oceano uma questão de horas, não de dias. As e os motores pendurados em pilones sob elas definiram a forma de quase todos os aviões comerciais desde então.
A Boeing pagou o protótipo, o 367-80, com US$ 16 milhões do próprio caixa, sem que nenhuma companhia aérea o tivesse encomendado. Numa corrida de lanchas no lago Washington, em agosto de 1955, o piloto de testes fez o avião girar até ficar de cabeça para baixo e voltar, diante dos executivos de companhias aéreas que a Boeing tinha convidado para assistir.
Não foi o primeiro jato comercial. O britânico de Havilland Comet levou passageiros a partir de 1952, até que uma série de acidentes causados por o deixou no chão, e um novo Comet 4 começou a cruzar o Atlântico três semanas antes do 707, em outubro de 1958. Mas o 707 levava mais gente, mais longe, e fez do jato o jeito normal de atravessar um oceano. Durante três décadas, o Air Force One também foi um 707.
Como funciona
Carregando o modelo 3D…
Ficha técnica
- Velocidade máxima
- 1.000 km/h
- Envergadura
- 44,4 m
- Peso máximo
- 151.300 kg
- Teto
- 12.500 m
- Alcance
- 9.300 km
- Em 12 segundos
- 3,3 km
- Propulsão
- 4 × turbofans Pratt & Whitney JT3D, 80 kN cada
Onde voou
De Nova York a Paris, pela Pan Am
Idlewild, Nova York. Idlewild passou a se chamar Aeroporto Internacional John F. Kennedy em 1963. O simulador começa aqui, sobre o terreno e as imagens atuais do lugar.
Pilote você mesmo
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